Frentes de engenharia
Seis capacidades sob o mesmo teto.
Da linha de código à peça saindo da injetora. Na prática, a maioria dos projetos usa mais de uma frente ao mesmo tempo — e é justamente aí que ter tudo na mesma casa evita um fornecedor culpando o outro.
Software e IA dentro da operação.
Sistema sob medida para o processo que a empresa já tem, com inteligência artificial aplicada onde ela realmente tira trabalho manual da equipe — não onde fica bonito na apresentação.
Onde a IA não entra: decisão crítica, caso fora do padrão e julgamento humano continuam com pessoas. Um agente bem construído resolve o volume repetitivo e faz a triagem inicial — ele tira horas de tarefa, não pessoas da função.
Hardware eletrônico para produtos.
Projetar um hardware que funciona na bancada é uma coisa. Projetar um que pode ser fabricado com repetibilidade e custo controlado é outra — e é essa segunda que entregamos.
Por que isso importa no orçamento: a maior parte do custo de um produto eletrônico é decidida no projeto, não na compra. Escolha de componente, número de camadas da placa e estratégia de teste definem o preço unitário pelos próximos anos.
Peças plásticas: impressão 3D e injeção.
A mesma peça pode nascer impressa para validar o conceito e terminar injetada em escala. Os dois processos convivem no mesmo projeto, com a mesma equipe cuidando do desenho.
O critério para decidir: peça FDM pode ter no eixo Z de 30% a 50% menos resistência que nos eixos X e Y. Quando a carga é multidirecional ou o volume justifica ferramental, injeção é a resposta correta — e nós dizemos isso mesmo quando a impressão daria mais margem.
Peças em zamak.
Liga de zinco com alumínio, cobre e magnésio, injetada sob pressão. É a escolha certa para peça pequena de precisão, com geometria detalhada e acabamento decorativo — inclusive para substituir componente importado que saiu de linha.
Onde a maioria dos fornecedores erra: rebarba, linha de junta visível, porosidade e contaminação de superfície não somem no banho galvânico — eles aparecem depois, no revestimento. O acabamento bom começa na injeção e no controle do molde, não na galvânica.
Moldes e ferramentaria.
O molde define custo, prazo e qualidade da peça pelos próximos anos. Projetamos pensando na peça que ele vai produzir e no ciclo que ele vai sustentar — não só no bloco de aço.
A conta que quase ninguém faz na compra: tempo de preenchimento e tempo de refrigeração definem o ciclo, e o ciclo define o custo unitário da peça durante toda a vida do molde. Economizar no projeto do molde costuma sair caro na milésima peça.
Manutenção de equipamentos industriais.
Máquina parada custa mais que o conserto. Trabalhamos para reduzir o tempo de reparo e aumentar o tempo entre falhas — com o diferencial de fabricar a peça que não existe mais no mercado.
Por que a peça faz diferença: o maior atraso numa corretiva raramente é a mão de obra — é esperar um componente que o fabricante não vende mais. Como projetamos e produzimos peça, o prazo deixa de depender de importação.
Não sabe em qual frente o seu problema se encaixa?
Descreva do seu jeito, com as palavras que você usa no dia a dia. A gente classifica e devolve o caminho técnico.
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