Alta complexidade · Campinas / SP
Quando já disseram que não tem conserto.
O Centro de Engenharia e Recuperação Tecnológica existe para o equipamento sem documentação, sem peça e sem fabricante — aquele que a manutenção comum devolve sem solução, e que a compra de um novo custaria dez vezes mais.
- Engenharia reversa de placas e equipamentos sem documentação
- Reparo em nível de componente, com relatório de causa raiz
- Triagem técnica sem custo, com resposta franca sobre viabilidade
Alta complexidade
Centro de Engenharia e Recuperação Tecnológica
Existem equipamentos sem documentação, sem peça de reposição, sem suporte do fabricante — e às vezes sem fabricante. É exatamente aí que a nossa experiência aparece.
Investigamos, diagnosticamos, recuperamos e desenvolvemos soluções para equipamentos eletrônicos, industriais e embarcados, combinando eletrônica, mecânica, software e automação para resolver o que já foi dado como perdido.
Diagnóstico e reparo eletrônico
- Engenharia reversa de placas e equipamentos industriais
- Reparo em nível de componente
- Análise de circuitos sem esquema elétrico
- Fontes chaveadas e fontes lineares
- Análise de falhas e aumento de confiabilidade
- Recuperação de equipamentos fora de linha
Hardware e sistemas embarcados
- Desenvolvimento de hardware sob medida
- Projeto de placas eletrônicas e protótipos
- Microcontroladores ESP32, ARM e plataformas embarcadas
- Linux embarcado
- Investigação de firmware e hardware embarcado
- Equipamentos de teste e bancadas de diagnóstico
Automação e controle
- Automação industrial e máquinas especiais
- Integração de sensores, atuadores e sistemas inteligentes
- Sistemas de controle e aquisição de dados
- Servomotores, CNC e controle de movimento
- Automação com inteligência artificial
- Modernização de equipamentos legados
Comunicação, RF e sistemas especiais
- Serial, RS232, RS485, CAN, SPI e I²C
- Ethernet e protocolos industriais
- Redes industriais e telecomunicações
- Radiofrequência e comunicação sem fio
- Equipamentos ópticos, lasers e sistemas de imagem
- Equipamentos médicos, laboratoriais e broadcast
Nem todo problema se resolve trocando uma placa. Na maioria das vezes não existe peça disponível, documentação técnica ou qualquer suporte do fabricante.
Usamos engenharia reversa, análise eletrônica avançada e desenvolvimento de soluções próprias para entender como o equipamento funciona, achar a causa real da falha e devolvê-lo à operação com segurança e confiabilidade.
Levar um caso difícilSe foi desenvolvido por um engenheiro, pode ser compreendido por outro. Razuk Comercial
Como um equipamento sem solução entra aqui.
Nem todo caso vira projeto. A triagem existe para dizer cedo quando não vale a pena — antes de você gastar tempo e dinheiro num equipamento que não se paga.
1. Triagem técnica
- Você descreve o equipamento, o sintoma e o histórico da falha
- Verificamos se existe documentação, esquema ou manual
- Levantamos o que já foi tentado e por quem
- Avaliamos criticidade: quanto custa essa máquina parada
- Resposta franca sobre viabilidade antes de qualquer deslocamento
2. Diagnóstico em bancada
- Inspeção visual e levantamento do circuito a partir da placa física
- Medição ponto a ponto, com equipamento energizado sob controle
- Análise de fonte, sinais de comando e comunicação
- Identificação do componente em falha e da causa que o levou a falhar
- Relatório com o que foi encontrado, mesmo que a conclusão seja negativa
3. Execução e devolução
- Reparo, substituição de componente ou desenvolvimento da solução
- Fabricação da peça mecânica ou da placa quando não existe reposição
- Teste funcional em bancada antes de devolver
- Documentação do que foi feito, para a próxima manutenção não começar do zero
- Acompanhamento na volta à operação
O que precisamos receber junto com o equipamento: descrição do sintoma com as palavras do operador, o que mudou antes da falha, qualquer manual ou esquema existente, foto da etiqueta de identificação e, se houver, o histórico de intervenções anteriores. Fotos da placa em alta resolução já adiantam muito da triagem.
Retrofit: a máquina continua, o comando muda.
Na maioria dos equipamentos industriais a estrutura mecânica segue tecnicamente válida por décadas — quem envelhece é a eletrônica e o controle. Trocar a máquina inteira raramente é a conta mais barata.
O que atualizamos
- Comando a relés ou lógica fixa substituído por controlador programável
- CLP obsoleto migrado para linha atual, com diagnóstico e rede
- Interface de operação (IHM) e supervisório
- Inversores de frequência descontinuados
- Painel elétrico, proteção e seccionamento dentro das normas atuais
- Comunicação por protocolos atuais: Ethernet, Modbus, MQTT
O que preservamos
- Estrutura mecânica, base e fundação da máquina
- Motores em bom estado — muitas vezes só o inversor precisa mudar
- Ferramental e dispositivos já validados na produção
- Layout e cabeamento aproveitáveis, quando compatíveis
- A lógica de processo que a equipe já domina
- O investimento já feito, em vez de descartá-lo
Ganhos práticos
- Fim do risco de parar por falta de peça descontinuada
- Diagnóstico de falha na tela, em vez de na tentativa e erro
- Ciclo mais rápido e menos variabilidade na produção
- Adequação de segurança do equipamento
- Dado de máquina disponível para indicadores e manutenção preditiva
- Vida útil estendida por um novo ciclo produtivo
Quando dizemos que não vale a pena: há casos em que a arquitetura do equipamento não aceita integração com tecnologia atual, e o retrofit fica economicamente ineficiente. Nesses casos a recomendação é substituir. Preferimos perder o serviço a entregar uma modernização que não se paga.
Tem um equipamento parado esperando decisão?
Manda a descrição e as fotos. A triagem técnica não custa nada e já responde se o caso tem caminho.
Descrever o equipamento